As consequências da notícia da contratação da brasileira Neidi Becker provam uma vez mais como são geridos os recrutamentos para a administração pública portuguesa: com o maior desdém pelo Estado e pelos cidadãos.
Pergunta 1: Com os centros de emprego a rebentar com gente qualificada e a necessitar de trabalho para sobreviver, não deveriam os responsáveis pelas contratações públicas fazer aí os recrutamentos?
Pergunta 1: Com os centros de emprego a rebentar com gente qualificada e a necessitar de trabalho para sobreviver, não deveriam os responsáveis pelas contratações públicas fazer aí os recrutamentos?
Pergunta 2: Com milhares de funcionários públicos sobre quem pende o letreiro ‘excedentário’, não deveriam os responsáveis pelas contratações públicas aproveitar essas pessoas?
Fácil é pensar-se que o assunto só caiu na rua porque se trata de uma imigrante. Difícil é abrir a lente para além disso e admitir que este continua a ser um País de falsas preocupações sociais. Venham de onde vierem.
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